Adoro ser mamã desde o dia em que soube estar grávida. Criei então este blog de forma a partilhar tudo o que ache interessante sobre a maternidade; como gravidez em si e o que acontece semana a semana; o chá de bebé; as sessões fotográficas; a barriga de gesso; as roupinhas e claro assuntos sobre o bebé.
sexta-feira, 28 de março de 2014
terça-feira, 25 de março de 2014
CARTA ÀS MÃES MAIS QUE PERFEITAS
Querida Mãe:
Eu já te vi por aí.
Eu vi-te a gritar com os teus filhos em público, vi-te a ignorá-los no parque, vi-te a levá-los à escola antes de teres tomado banho, e de calças de pijama por baixo do casaco.
Eu vi-te a implorares aos teus filhos, vi-te a suborná-los, e a ameaça-los.
Eu vi-te a gritar feita louca com o teu marido, com a tua mãe, e com o agente de polícia no cruzamento da escola.
Eu vi-te a gritar com os teus filhos em público, vi-te a ignorá-los no parque, vi-te a levá-los à escola antes de teres tomado banho, e de calças de pijama por baixo do casaco.
Eu vi-te a implorares aos teus filhos, vi-te a suborná-los, e a ameaça-los.
Eu vi-te a gritar feita louca com o teu marido, com a tua mãe, e com o agente de polícia no cruzamento da escola.
Eu já te vi a correr com os miúdos de um lado para o outro, a sujares-te no parque e a praguejares em voz alta depois de bateres com o joelho na esquina da cadeira.
Eu vi-te a partilhares um leite achocolatado com um maníaco de 4 anos. Vi-te a limpar o nariz dos teus filhos com os dedos e a limpa-los na parte de trás das calças de ganga. Vi-te a correr com o teu bebé de 2 anos pendurado na dobra do teu braço, para apanhares a bola que está a fugir para a estrada.
Eu vi-te a partilhares um leite achocolatado com um maníaco de 4 anos. Vi-te a limpar o nariz dos teus filhos com os dedos e a limpa-los na parte de trás das calças de ganga. Vi-te a correr com o teu bebé de 2 anos pendurado na dobra do teu braço, para apanhares a bola que está a fugir para a estrada.
Eu já te vi a ranger os dentes enquanto o teu filho gritava contigo porque não queria ir à aula de piano, à natação, ou ao treino de futebol. Eu vi-te a fechar os olhos e a respirar fundo depois de entornarem um copo de leite inteiro em cima. Vi-te a chorar desesperada enquanto tentavas tirar lápis de cera da tua melhor mala.
Eu já te vi na sala de espera do hospital. Eu vi-te no balcão da farmácia. Vi-te com o teu olhar cansado e assustado.
Eu não sei se tinhas planeado ser mãe ou não.
Se soubeste desde sempre que querias pôr crianças neste mundo, cuidar deles, ou se a maternidade te apareceu de surpresa.
Não sei se correspondeu às tuas espectativas, ou se passaste os primeiros tempos como mãe aterrorizada porque tinhas imaginado que sentirias o “amor materno” doutra forma.
Não sei se tiveste dificuldade em engravidar, se perdeste algum bebé, ou se tiveste algum parto traumático.
Nem sequer sei, se concebeste o teu filho no teu ventre, ou se o acolheste na tua família.
Mas eu conheço-te.
Eu sei que não alcançaste tudo o que querias na vida. Sei que há coisas que nunca soubeste que querias até teres filhos.
Eu sei que, às vezes, pensas que não estás a dar o teu máximo e que podias fazer melhor.
Eu sei que olhas para os teus filhos e te revês neles.
Eu sei que às vezes apetece-te atirar uma lâmpada ao teu filho adolescente, e atirar o de 3 anos pela janela.
Eu sei que há noites que, depois de deitar os miúdos, estás tão exausta que só te apetece enrolares-te na cama a chorar.
Eu sei que há dias tão difíceis que só queres que acabem depressa. Depois, na hora de ir para a cama os teus filhos abraçam-te e enchem-te de beijinhos, e dizem o quanto gostam de ti, e de repente querias que o dia durasse para sempre.
Mas nada dura para sempre.
Os dias terminam, e o dia a seguir é um novo desafio. Febres, desgostos amorosos, trabalhos da escola, novos amigos, novos animais de estimação e novas dúvidas. E todos os dias, fazes o que tens de fazer.
Vais trabalhar, ou ficas em casa pões o bebé no sling e ligas o aspirador. Ou vais até ao jardim passear com ele.
Largas tudo para moderar uma discussão sobre de quem é a vez de usar aquelas canetas especiais, para dar um beijinho ao óó da tua filha, ou para conversar sobre qual é a cor do batom que a mãe do Pinóquio usava.
Eu sei que fazes guerras de cocegas em castelos de lençóis, e que sabes de cor as histórias de, pelo menos, 8 livros ilustrados. Eu sei que danças de forma ridícula quando vocês estão sozinhos. E que inventam canções parvas sobre queijo, maus cheiros, ou ervilhas.
Eu sei que uma hora depois de deitares os teus filhos, largas o que estás a fazer e vais cortar as unhas do mais novo. Sei que paras de arrumar a cozinha, porque a tua filha te convidou para a festa de chá que está a fazer com as bonecas, e faz questão que lá estejas.
Eu sei o que custou tratares dos teus filhos quando tiveste aquela virose de 4 dias. Sei que comes os restos dos pratos deles, enquanto arrumas a cozinha.
Eu sei que não contavas com muitas destas coisas. Sei que não antecipaste amar alguém tão intensamente, ou andar tão cansada, ou ser a mãe em que te vieste a tornar.
Pensavas que tinhas tudo planeado. Ou então, estavas perdida e aterrorizada. Ias contratar a Nanny perfeita. Ou ias deixar de trabalhar e aprender tudo sobre crianças.
Sei que não és a mãe perfeita. Por mais que tentes, e por mais que te esforces. Tu nunca serás a mãe perfeita.
E isso, provavelmente, vai perseguir-te. Ou se calhar fizeste as pazes com isso. Ou talvez nem nunca tenha sido um problema.
Eu sei que acreditas que independentemente do que fizeres, poderias ter feito sempre mais.
A realidade é outra.
Não interessa o pouco que fizeste, no fim do dia os teus filhos vão sempre amar-te. Vão continuar a rir para ti, e acreditar que tens poderes mágicos que podes curar quaisquer coisas.
Independentemente do que acontecer no trabalho, na escola, ou num grupo de amigos, tu fazes, sempre, tudo o que está e não está ao teu alcance para garantir que no dia a seguir os teus filhos estarão tão felizes, saudáveis e espertos quanto é possível.
Há um velho ditado iídiche que diz: “Há um filho perfeito no mundo, e todas as mães o têm.”
Feliz ou infelizmente, não há pais perfeitos. Os teus filhos vão crescer determinados a ser diferentes de ti. Vão crescer com a certeza de que não vão pôr os seus filhos nas aulas de piano, de que vão ser mais brandos, ou mais rigorosos, ou ter mais filhos, ou ter menos, ou não ter nenhum.
Um dia os teus filhos vão estar a correr como loucos na igreja, a portar-se pessimamente no restaurante a fazer caretas para o lado, e alguém vai passar e elogiar a tua família.
Uma certeza podes ter: não és perfeita!
E isso é bom. Porque na realidade, nem os teus filhos são perfeitos. E ninguém no mundo se preocupa mais com eles do que tu, ninguém sabe porque é que eles estão a chorar senão tu, ninguém percebe as piadas deles melhor do que tu.
E já que ninguém é perfeito, tens de desempatar com 2 biliões de pessoas que estão em primeiro lugar execuo para concorrer à melhor mãe do mundo.
Parabéns melhor Mãe do Mundo. Tu não és perfeita. És mais que perfeita:
És tão boa mãe como o resto do mundo.
por Lea Grover em Becoming a super mommy
adaptado por Up To Lisbon Kids
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Chuchas e as suas Funções
Hoje ao ver um blogue (http://1e1acaminho.blogspot.pt/) descobri que existem chuchas com variadíssimas funções.
Achei o tema tão interessante que decidi partilhar convosco.
Achei o tema tão interessante que decidi partilhar convosco.
Chucha Mordedor
Esta chucha massageia a gengiva do bebé; este fica com a mão livre para brincar, não precisa de segurar o mordedor.
Os relevos da chucha ajudam a coçar a gengiva do bebé. Esta chupeta pode ser levada para o congelador para ter um efeito ainda mais aliviador.
É a chucha perfeita para o nascimento dos primeiros dentes. ( recomendadas a partir dos 3 meses)
Chucha que fecha ao cair
Este tipo de chucha é o sonho de qualquer mãe.
Quantas vezes por dia é que lavamos a chucha dos nossos filhotes!? Ora se lava, ora volta a cair; normalmente de propósito só para verem as mamãs a apanharem-nas de novo!
Com este tipo de chucha, a tetina não chega a tocar no chão, pois a chupeta tem um sistema que fecha, muito prático! ( recomendadas dos 0 aos 36 meses)
Chucha com boneco de peluche incorporado
Esta chucha para além de ser muito amorosa, tem a vantagem de não se perder com tanta facilidade e é muito mais confortável para o bebé do que muitos porta chuchas rigídos que acabam por ficar por baixo das suas bochechas enquanto dormem magoando-os.
Chucha em versão aerossol
Esta chucha foi criada por um médico e o seu funcionamento é muito simples. A chucha tem um pequeno recipiente na ponta onde se colocam umas gotas de liquido descongestionante 100% natural, feito com uma mistura de óleos essenciais, calmantes e anti-bacterianos.
Ao chuchar o bebé é obrigado a respirar pelo nariz inalando assim os vapores que vão sendo libertados pelo recipiente, aliviando assim a congestão nasal e limpando as vias aéreas superiores.
É muito prático para viajar, pois substitui as tradicionais e pesadas máquinas de aerossol, basta levar a chucha e o frasco do liquido. ( recomendadas a partir dos 3 meses)
Chucha para alimentos
Muito úteis para quando os bebés começam a introdução dos sólidos, estas chuchas têm a tetina em rede ou silicone perfurado, conforme a marca e abrem-se para se colocar um pouco de fruta ou outro alimento desde que seja um pouco sumarento. Depois o bebé vai mordendo e chuchando na chucha e vai comendo o alimento sem correr o risco de se engasgar. ( recomendadas a partir dos 6 meses)
Chuchas dispensadoras de medicamentos
Funciona muito à semelhança da chucha para alimentos. Permite dar ao bebé medicamentos com maior facilidade; se bem que nem sempre funciona, pois mesmo assim alguns bebés quando já reconhecem a sua finalidade recusam-na.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Ser mãe de menina é assim...
Ser mãe de menina é não se resistir a coisas destas
O resultado ficou um mimo
Publicada por
mamã
à(s)
18:30
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Etiquetas:
Moda bébé
Estou apaixonada por ti...
19 meses de paixão
Estou apaixonada por ti...
Estou apaixonada por ti desde o dia que soube de ti;
Fiquei ainda mais apaixonada por ti desde o dia em que te vi;
Quando pensava que não podia haver paixão maior do que esta que sinto por ti.... fiquei ainda mais apaixonada por ti!
Agora percebo... entendo cada palavra de mãe que diz que o amor por um filho aumenta a cada gesto... a cada toque... a cada palavra... a cada dia que passa... ele torna-se maior e maior, tão grande que parece impossível caber mais no peito!
Dói pensar que o tempo está a passar, parece-me que me escorregas por entre os dedos das minhas mãos... 19 meses de paixão!
Amor este de mãe que por ser tão bom e tão grande me faz sofrer quando não estás por perto.
Sofrer por saber de cada sorriso, de cada gargalhada, de cada miminho teu que estou a perder.
E longe não te posso proteger, não te posso ver... falta-me uma parte de mim, falta-me ter-te aqui.
Alenta-me por outro lado saber que esse mesmo tempo que passa aproxima as horas de te poder abraçar.
Chego, sorris... gritas "mamã!" e corres para os meus braços e tudo fica perfeito quando te tenho perto de mim!
Estar sem ti é estar sem mim...
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